sábado, 6 de janeiro de 2007

O sindroma do movimento.


A evolução das nossas vidas (amor, carreira, familia, casa, carro ou mesmo compras no supermercado) acontece no momento em que fazemos as nossas escolhas. É uma questão de cultura, um voto de confiança. O nosso querer, a força que empregamos pra podermos "evoluir" por vezes ou quase sempre nos garante o caminho da mudança, a questão é como sabemos que a escolha é a certa? Como podemos saber se há um ano atrás estavamos mais burros, que estou mais feliz com aquela ou com aquele, qual é o amigo (a), parente, programa de tv, consciencia ou bom senso (se é que isso existe) que me aponta a direcção e diz que é a correcta? Olhando para dentro, vejo que é tudo utópico, eu não evolui por ter feito escolhas que este ou aquele acham a bem o ter feito, não chamo evolução quando a dimensão do nosso mundo se resume a um ordenado ou a um canudo...

Não sei o significado que cada um tem para isto. Para mim, evoluir é suceder no desconhecido.

3 comentários:

Clepsidra disse...

Verdadíssima. As opções que fazemos fazem-nos a nós.

Sinaisdefumo disse...

Então e quando não há opções,o que somos..?
Humm..cheira-me a novo post...:P

Clepsidra disse...

Há sempre opções, nem que sejamos nós a criá-las.

E sim, há novo post(a) fresquinho.